sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Que c' est triste Venise

                                                                     
               De volta do Rio vou almoçar com Bia e trago Amanda para dormir comigo. Ela me conta do navio. Diz que era tão chique que no restaurante não se podia falar. Penso.... não, do jeito alto que ela  fala. Conta tudo sobre o navio que foi nas férias. Fala de Itaipava e da minha velhice. Em determinado momento vira para mim e diz.... sabia que voce tem o mesmo cheiro da tia Marina?  De cigarro? eu pergunto. Não vó de perfume fraquinho. Como se fosse de nene. Não entendi. Parece que gosta.
               No dia seguinte estou esperando Rosana para aula de pintura em tela. Quando ela acorda e ve a mesma no cavalete se surpreende animada. Pensa que vai pintar também. Ainda falta uma hora para minha aula e venho para o note. Acontece que o note fica no escritório onde tem papel, lápis e cola para ela brincar. E, claro, alguns CDs que papai ouve todas as manhas.
Amanda liga o aparelho e Charles Aznavour começa a cantar Que c' est triste Venice .
E ela  canta junto num frances ali da Praça Paris.
De outra vez eu havia dito a ela que aquela musica era francesa. Parece gostar. Me diz que um dia irá a Paris. Se empolga e aperta o botão de repetir; o que me faz não ter duvida de que seja minha neta e bisneta do Tota. kkkkkkkkkkk
O  que me vem é de que a musica nos leva a  transcender. É o sentimento desprovido de  idade. A universalidade do sentimento. Pessoas sem nome e sem um rosto. Imagino o Planeta visto do alto e penso... quanta gente que eu não conheço!!!
 Quantas avós estarão neste momento curtindo esta sincronicidade com uma neta?
Essa coisa que não tem nome, como dizia Saramago. E que não tem idade, diria eu. Que não não tem distancia.
Um momento. Uma manha. Um espaço de 60 minutos esperando uma aula. 
Um mundo  a parte. Os protagonistas ?  Angela, Amanda e Aznavour. 
Um momento de Transcedencia.
Que c' est triste Venise ...
Lá lá lá.... lá lá lá
Que c' est triste Venise
Quand on ne s'aime plus....


segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Ahhh aqueles carnavais

                  Daqui da minha varanda do sítio observo papai fumando e ouvindo Romanticos de Cuba pela enésima vez, hoje. E penso... gostaria de ouvir algo mais alegre e sugiro musicas de carnaval, o que o faz se lembrar dos carnavais da minha mocidade. Curioso... não lembrar de sua propria mocidade.. Penso o que ele quer dizer com isso? Imagino que esteja querendo mostrar me o pai companheiro de folias que foi; ou... falaria dos dele e não dos meus. Lembra filha quando voce foi no primeiro baile noturno com quatorze anos? Lembra quando aos dezoito anos voce me pediu para deixar a barba crescer? Lembro, respondo. Eu gostava de barba naquela época.
E começa a falar dos bailes idos no Grajau Country Club com a familia de tia Olga,  Tia Wanda e Tia Diva.
Éramos todos mais jovens naquele ano de 1968. A vida era segura e os bailes também ; talvez por isso eu tenha conseguido convencer papai a me deixar ir ao  noturno. Mamãe não teve de ser convencida de nada. Topava tudo. Queria que vivessemos tudo. Bendita seja!!! Vivemos de tudo na hora certa!!!
Lembro de papai insistindo que eu tinha cara de criança e de mamãe dizendo que era para eu caprichar na maquiagem e usar saltos, ao que injuriada perguntei E como me divertir de saltos?
Só para entra no baile, filha. Depois voce tira e deixa os sapatos debaixo da mesa. Minhas filhas que não leiam esta parte. Eu particularmente  considero infame os finais de festa onde alguma insana tira os sapatos de salto alegando cansaço. Tá cansada vá para casa dormir, mas não desmereça a classe. Já chega o que anda por aí.  Nunca permiti que minhas filhas fizessem isso, pelo menos na minha frente. E olha que Marina tem um dedinho quebrado que não combina com saltos. Mas.... vamos voltar aos carnavais.
A cada ano minha mãe e minhas tias bolavam as fantasias para o grupo todo. Criança e adulto. Marinheiros, feitos com as cortinas velhas,( mas isso é assunto para outra postagem) sarongues, apaches, pareôs.
Os clubes montavam desfiles no quarto dia e muitas vezes ganhamos o segundo ligar em originalidade. Me lembro de pensar que o premio para a categoria luxo era mais legal. Só hoje entendo que originalidade é sinonimo de  criatividade, o que faz de minhas mulheres pessoas muito especiais. Afinal.... fazer bonito quando se tem condiçoes é fácil, do contrário... exige mestria.
No ano que fomos de pareo abalamos Bangu. A orquestra parou e nos cumprimentou com a cabeça. Ganhamos a noite. Havíamos sido reconhecidos em nossos esforços.
O tecido era branco com tons de laranja e sendo assim pintamos nossas unhas de branco e laranja. Um escandalo!!!
Emancipação garantida passar a frequentar os bailes durante o ano foi fácil. Eram bailes com Ed  Maciel e banda. Ed Lincon e outros.
E assim foi que minha juventude foi embalada por musica boa, amigos, parentes e segurança. 
Voltando aos carnavais lembremos um pouco as canções. Mascara negra, Bandeira branca, Tá chegando a hora e a diva Cidade Maravilhosa.
Eram os anos sessenta e o Rio tinha um glamour particular. Era o Rio da garota de Ipanema, da Bossa nova, da Tropicália e do sem lenço e sem documento. Sério. Era assim mesmo. Nem lembravamos de documento quando íamos a um baile. Não precisavamos provar quem éramos. Tudo era mais fácil. Nossa palavra bastava. Bastava que meus pais dissessem na portaria do clube que já tinhamos 18 anos e piscassem os olhos. Estaremos com eles, eles diziam.
Oh saudade!!!
O jardineira porque está tão triste?
Ai que calor oh oh oh oh oh oh.. Vou beijar-te agora não me leve a mal hoje é carnaval!!!!
E mamãe ficava sentadinha esperando a gente voltar para o salão.
Juntava a turma e dizia ...." Bora gente! Mes que vem tem mais!!"
Graças a Deus!!!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Onde dois ou três estiverem reunidos...

                                                                       
      Finalmente chegou o 14 de janeiro de 2012. E o tão esperado almoço de reencontro dos amigos aconteceu com direito a risos, sol, lembranças, choro e histórias.
       Silvio havia ficado de contactar o Romulo e o Cristiano. E contactou. Mais.Foi o primeiro a chegar com sua Carol e seu Miguelinho. Bonita família. Logo depois chegou o Romulo e mais tarde o Cristiano com  Miriam e  rebentos.
         Marina, Bia e Dudu estavam na feirinha, mas logo chegaram também. E rolou a festa.
     Pude perceber a sabedoria de Artur da Távola que tão bem explicou afinidade. Segundo Artur, afinidade é um dos mais nobres e verdadeiros sentimentos. Pois, onde houver afinidade as pessoas podem estar distantes pelo tempo que for (no nosso caso 23 anos) e no momento em que se encontram retomam exatamente do  ponto em que se separaram.
         E foi desta maneira, que o sábado do almoço decorreu com historias e mais historias. Haja coração!!!
         Mamãe esteve presente. E como!!! Rimos muito lembrando seus casos.
       Em determinado ponto do almoço, ainda à mesa, olhei cada uma das pessoas e fiquei pensando em quantos universos se encontravam ali e senti tanto amor que decidi postar o texto com o título acima uma vez que, sem sombra de dúvidas, onde dois ou três estiverem reunidos em nome do amor, da alegria e dos bons tempos ali estará o maior dos mestres.
        Quero deixar aqui um beijo no coração de cada uma das pessoas que facilitaram e testemunharam a segunda geração convivendo aqui nesta casa que é tão nossa.  Alguns vindos de outros estados, outros ali dos lados de Pedro do Rio. Deixo também não um convite, mas uma intimação para que em breve a gente compartilhe nossa amizade outra vez. Quem sabe em Julho deste ano ou janeiro de 2013?
         Cristiano muitíssimo grata pelo carro que nos emprestou.
         Silvio pedi ao caseiro que plante a orquidea no jardim.
         Romulo, Bia, Dudu e Marina não sumam daqui.
         Enquanto a gente não se vê outra vez a gente vai se falando on line.
         Palavra de escoteiro???
         Ótimo. Assim posso pedir um amém.
         Um brinde à vida!!!
         P.S. As fotos retratam o grupo completo e a segunda geração.
         Bjs

             

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Então é natal....

                                                                                 
                Adiante suas compras de natal! diz o slogan. A gente corre e obedece. Até porque se dá bem com a calma para fazer as devidas compras, preços melhores, etc e tal.
             Então entramos em Dezembro com tudo resolvido. Quase tudo. Porque então vem os amigos ocultos, os empregados, manicures, porteiros, lixeiros, jardineiros e tudo mais que acaba em eiros.
              Aí começam as festas. Despede do ano, dos colegas de trabalho, da turma da quadra, da familia do Dudu, da turma do Buteco e segue...
             Bia tinha dito que queria fazer um bacalhau para o almoço do dia 24 para a troca dos presentes, uma vez que a noite vamos para a casa do Ricardo.
Tudo agendado, cardápio decidido lembramos que Zé, que está aqui até dia 24 pela manha, não poderia estar com a gente no almoço.
Bastou esta intenção cruzar nossas mentes para começar uma série de telefonemas e cancelamentos e reagendamentos que não tinha fim.
Decidimos então transferir o almoço do dia 24 para o jantar do dia 23. Acontece que Lia faz aniversário dia 24 mas comemora com os amigos dia 23, resultado.....Marina ficaria dividida. Propus passar para o almoço,  mas Maroca e Dudu ainda estão trabalhando. Bia propos o almoço as 14hs mas Marina tinha dentista as 15.
Decidimos então que Zé ficaria de fora mesmo e o almoço voltaria para o dia 24. Mas...... a gente não desiste fácil das coisas, graças a Deus! Ou não!!!!!
Ligo para a Marina e ela, já cansada assim como eu e Bia de tanto reagendamento me diz que marcassemos quando quisessemos e ela estaria presente num tom quase malcriado.
Voltamos então para um almoço no dia 23. Aleluia!!!
Detalhe eu fiquei de levar o pumpkin pie para a sobremesa e já tinha tirado a manteiga da geladeira e retornado com ela para p gelo duas vezes. A intenção era levá-la bem fresquinha. De congelado já chega durante o ano quando a empregada não aparece.
Tarde da noite já deitada escuto o bip de mensagem no celular. Era de Bia.
Segue o texto da mensagem:   Meninas, será jantar. Papai vai almoçar com Arnould. Cheguem na hora que quiserem. Bjs
Talvez dê tudo certo a a gente consiga chegar mais ou menos na mesma hora uma vez que se abriu mão do controle. Só faltava essa!!!
Tenho uma sugestão para o ano que vem.
Que a gente comece a fazer as festas no mes de novembro e deixe as compras de presente para dezembro mesmo. Afinal o comércio começa a lançar tenders e perus nos mercados em outubro.
Fácil assim!
HO HO HO!!!

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Saúde e paz que dinheiro a gente corre atrás


     

               Na época do Natal alguma coisa acontece dentro de nós.
É como se lá no fundo do nosso coração a música insistisse em repetir o verso.... Então é natal e o que você fez?
E a gente sai para o comércio desejando votos de feliz Natal para conhecidos e desconhecidos.
          Hoje, numa Loja de presentes, me peguei conversando com uma senhora que , assim como eu esperava que sua compra fosse embrulhada. Eu dizia a ela que quando eu era jovem eu considerava votos de amor e paz uma coisa muito básica. Muito vaga.
Afinal quando somos jovens temos saúde e a falta desta ainda não levou nossos entes queridos. 
Quanto a paz eu imaginava a ausência de  aborrecimentos ou guerras já me considerando em paz, ora bolas!
Amadureci um pouco e hoje vejo a coisa diferente.
Custei muito a entender que a paz que me desejavam era um tipo de Nirvana, uma paz vinda do espírito de quem vive sem mágoas ou ressentimentos. Uma atitude. Mais que isso, uma atitude zen.
Olho para trás e avalio como minhas crenças e meu ego tem o poder de me tirar o chão e fazer da minha vida um inferno zodiacal.
Parece me que uma coisa está ligada a outra. Se tenho paz de espírito adoeço menos, sou portanto mais disposta, mais feliz, mais tolerante e por aí vai.
          Marina hoje completa 30 anos e me peguei pensando no que desejar-lhe.
Escrevi tempos atrás um texto entitulado   " Saudades de quando achava que o céu era perto"  onde eu falo da  sagrada inocencia que uma criança traz consigo. A tabula rasa.
 Falo do lixo que remoemos porque falhamos, porque amamos torto, porque não fomos o que queríamos ter sido para nossos filhos, por não termos superado  aquela fase difícil.
Falo do lixo que nos tira o sono e nos faz buscar leituras, terapias, novos amores, até que, depois de muita angustia, começamos a vislumbrar que o lixo não só é nosso mas produzido e mantido por nosso ego que nos prende num cárcere diário nos mantendo como reféns. 
Me vem agora uma passagem da bíblia   Olhai os lírios dos campos!
E a frase do filósofo   Senhor fazei que eu não procure fora o que está dentro!
          Hoje, aos 57 anos, valorizo os votos de saúde e paz.
Paz para que tenhamos saúde suficiente e boa disposição para tocar a vida e superar suas vicissitudes.
Ou.... Saúde para que tenhamos a paz como companheira.
Assim sendo meus votos para 2012 são que tenhamos Saúde e Paz...porque dinheiro...... a gente corre atrás.
 E que não nos falte Amor. Dizem quem ama não adoece.
Amém!!!





sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Um " gap " de 50 anos



            É sabido que há coisas  da vida que  não podem ser vistas com os olhos, mas sim pelo coração. Concordo mas me sinto um pouco frustrada com essa intangibilidade.
Semana passada sonhei com a doce Emily, minha avó. E acordei frustrada porque queria que a experiencia fosse mais tangivel. Impossível, agora que ela já se foi.
            Minha avó trabalhava fora. Não por modernismo, mas por precisão mesmo. Era funcionária da Embaixada Alemã no Rio de Janeiro. Por isso nosso contato com ela era apenas em alguns finais de semana. Mas quando ela estava de férias e coincidiam com as minhas eu ía para a casa dela e curtia muito. Mesmo!
            Naquela época criança ainda dormia a tarde e, se desse sorte nos braços gordinhos da avó e ouvindo O direito de nascer. Uma radio novela com sonoplastia perfeita e sucesso de audiencia na época. A lembrança sensorial que tenho desta simples sesta é qualquer coisa!!!
          Muito bem. Amanda já está de férias e hoje a resgatei para passar o dia comigo. Depois do almoço deitamos e ela me pediu uma massagem relaxante (pode?).  Resumindo.... dormiu um sono gostoso com a cabeça nos meus braços.
            Não consegui dormir mas relaxei como se estivesse nos braços de Meine dick pupe ( minha bonequinha gorda) como era apelidada minha avó lá na Embaixada.
            Neste momento lembrei do sonho e percebi que a experiencia precisou de um gap de 50 anos para ser tangível e palpável como meu coração e meu corpo precisavam.
            Amanda acordou e eu vim para o note digitar este texto . Quando abri havia um email de Maria Lúcia que dizia....As mais lindas coisas da vida não podem ser vistas nem tocadas , mas sentidas pelo coração!
               Agora.... vamos combinar... hein?

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Parabéns!!!!!!!!!!!!!!!

                                                                               
            Hoje , oito de dezembro, fazem dez anos que conheço meu marido. Coitado!
Digo isso porque quando o conheci ele estava acompanhado e eu também. Mas eram só amigos. Foi o que dissemos um para o outro. 
Hoje perguntei para ele. E se eu não tivesse aparecido e voce tivesse ficado com a Luiza?
Ele respondeu..... Para com isso!
Entendamos o que preferirmos. Eu prefiro entender que foi bom para ele que eu aparecesse. Amém. Ponto final. Futebol clube! Afinal o que faz a minha vida ser legal ou não também são as interpretações que faço dos fatos que vivo. 
Mas voltando.... mulher sabe fazer as coisas e o coitado não teve escolha teve que casar se quisesse morar comigo. Sou antiga.
            Logo que abri os olhos hoje cedo ouvi um sonoro" Parabéns!" que quase não acusei recebimento por ainda estar sonolenta. Sabe como é. Acordar antes das oito e trinta sendo aposentado é qualquer coisa.....eu diria......indecente.
Aí eu fiquei pensando e lembrando que a vida toda eu achei estranho essa coisa de se comemorar dias, meses e anos disso e daquilo. Principalmente em se falando de aniversários de relações.
Desde sempre tive cuidado com isso porque me soa como..... eu te parabenizo por ter me conhecido. Ou seja...... parabéns, voce ganhou a sorte grande!....... Eu sou o máximo! Acho pernóstico.
Comentei isso com Marina e ela disse que não, que seria algo como ..... Parabéns por perdurar, ou..... Parabéns por fazer dar certo. Será? Nada como a juventude. Sonhadora e benevolente.
Está me vindo agora que Paulo Coelho diria..... Parabéns por finalmente encontrar sua alma gemea.
Para um carioca escolado frequentador de butecos seria ..... Parabéns por ter encontrado a outra banda da laranja. Socorro!!!
Segundo a Constelação Familiar o relacionamento de casais é o que mais, embora muitas vezes não pareça, está correto. A terapia acredita que atraimos aquele que tem o mesmo, digamos script de vida para que possamos aprender e crescer. E realmente durante uma sessão de Constelação presenciamos que a dor do marido geralmente é a dor da esposa e por aí vai...
          Então.... já tivemos nossas crises. Não somos mais jovens e não tem como jogar isso para baixo do tapete, mas.... valeu!
Penso que a cada crise que se supera é como se tivéssemos nos afogado e bebido muita água salgada e que quando voltamos à superfície estamos exultantes por termos sobrevivido.
Ih! Isso me lembra a trilha sonora de Malu Mulher , seriado da globo de anos idos.
...." Vai valer a pena.... ter sobrevivido "....
Não sei se é assim... no futuro. Cansei de achar que tenho como garantir o futuro de qualquer coisa.
Mas posso dizer no presente. 
" Tá valendo a pena ter sobrevivido!"
Parabéns Negão ! 
Não tem jeito. Sou pequena!
Neste momento tem uma vozinha na minha cabeça repetindo...... Au au au Luizinha se deu mal!!!
Pernóstica eu???


Mutas vezes a duras penas, eu diria. Mas tá valendo.